quarta-feira, 11 de novembro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Literatura de Cordel (8º ano)
Literatura de Cordel é uma modalidade impressa de poesia, que já foi muito estigmatizada mas hoje em dia é bem aceita e respeitada, tendo, inclusive, uma Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Devido ao linguajar despreocupado, regionalizado e informal utilizado para a composição dos textos essa modalidade de literatura nem sempre foi respeitada, e já houve até quem declarasse a morte do cordel, mas ainda não foi dessa vez.
domingo, 29 de março de 2015
Gênero Editorial (9º ano)
Um editorial é um artigo que apresenta a opinião de um grupo sobre determinada questão; por causa disso, ele normalmente não é assinado. Assim como um advogado faria, escritores de editoriais discutem sobre um argumento que já foi feito e tentam persuadir os leitores a concordar com eles acerca de determinado assunto atual e polêmico. Essencialmente, um editorial é um artigo de opinião com um pouco de notícias.
terça-feira, 10 de março de 2015
Pronome Relativo - 9º ano
São pronomes relativos aqueles que representam nomes já mencionados anteriormente e com os quais se relacionam. Introduzem as orações subordinadas adjetivas.
Vejamos...
Predicação Verbal - 8º ano
Chama-se predicação verbal o resultado da ligação que se estabelece entre o sujeito e o verbo e entre os verbos e os complementos. Quanto à predicação, os verbos podem ser intransitivos, transitivos ou de ligação
Elaborar biografia - 8º ano
Biografia é um gênero literário em que o autor narra a história da vida de uma pessoa ou de várias pessoas. De um modo geral as biografias contam a vida de alguém. Em certos casos a biografia inclui aspectos da obra dos biografados, dentre outros.
Oração Subordinada Adjetiva - 9º ano
Uma oração subordinada adjetiva é aquela que possui valor e função de adjetivo, ou seja, que a ele equivale. As orações vêm introduzidas por pronome relativo e exercem a função de adjunto adnominal do antecedente.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Campanha da Fraternidade 2015
A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (18) a Campanha da Fraternidade 2015. O tema escolhido este ano é Fraternidade: Igreja e Sociedade e o lema "Eu vim para servir". A ideia é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade como serviço ao povo brasileiro.
A campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a palavra a cada pessoa. O secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, lembrou que o momento escolhido para o lançamento da campanha – o início da Quaresma – é considerado de extrema importância para a Igreja. "Queremos ajudar a construir uma sociedade mais humana e solidária.
Objetivo geral da CF - 2015 CNBB01 - Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.- Objetivos específicos da CF - 2015 CNBB01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.
06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
REVISÃO DOS CONTEÚDOS PARA AVALIAÇÃO - 9º ANO
Discurso é a prática humana de construir textos, sejam eles escritos ou orais.
Sendo assim, todo discurso é uma prática social. A análise de um discurso deve, portanto, considerar o contexto em que se encontra, assim como as
personagens e as condições de produção do texto.
Em um texto narrativo, o autor pode optar por três tipos
de discurso: o discurso direto, o discurso indireto e o discurso indireto
livre. Não necessariamente estes três discursos estão separados, eles podem
aparecer juntos em um texto. Dependerá de quem o produziu.
Vejamos cada um deles:
Discurso
Direto: Neste tipo de discurso as personagens ganham voz.
É o que ocorre normalmente em diálogos. Isso permite que traços da fala e da
personalidade das personagens sejam destacados e expostos no texto. O discurso
direto reproduz fielmente as falas das personagens. Verbos como dizer, falar,
perguntar, entre outros, servem para que as falas das personagens sejam
introduzidas e elas ganhem vida, como em uma peça teatral.
Travessões, dois pontos, aspas e
exclamações são muito comuns durante a reprodução das falas.
Ex.
“O
Guaxinim está inquieto, mexe dum lado pra outro. Eis que suspira lá na língua dele - Chente! que vida dura esta de
guaxinim do banhado!...”
“-
Mano Poeta, se enganche na minha garupa!”
Discurso
Indireto: O narrador conta a história e
reproduz fala, e reações das personagens. É escrito normalmente em terceira
pessoa. Nesse caso, o narrador se utiliza de palavras suas para reproduzir
aquilo que foi dito pela personagem.
Ex.
“Fora
preso pela manhã, logo ao erguer-se da cama, e, pelo cálculo aproximado do tempo, pois estava sem relógio e mesmo se o
tivesse não poderia consultá-la à fraca luz da masmorra, imaginava podiam ser
onze horas.” (Lima Barreto)
Discurso
Indireto Livre: O texto é escrito em terceira pessoa
e o narrador conta a história, mas as personagens têm voz própria, de acordo
com a necessidade do autor de fazê-lo. Sendo assim é uma mistura dos outros
dois tipos de discurso e as duas vozes se fundem.
Ex.
“Que
vontade de voar lhe veio agora! Correu outra vez com a respiração presa. Já nem
podia mais. Estava desanimado. Que pena! Houve um momento em que esteve
quase... quase!”
“Retirou
as asas e estraçalhou-a. Só tinham beleza. Entretanto, qualquer urubu... que
raiva...” (Ana Maria Machado)
“D.
Aurora sacudiu a cabeça e afastou o juízo temerário. Para que estar catando
defeitos no próximo? Eram todos irmãos. Irmãos.” (Graciliano Ramos)
Um período pode ser
composto por coordenação ou por subordinação. Quando é
composto por coordenação, as orações possuem uma independência estrutural,
podendo vir separadamente sem prejuízo. Já no período composto por
subordinação, as orações são dependentes entre si por meio de suas estruturas.
Há três tipos de orações subordinadas: As substantivas, as adjetivas e as adverbiais. Trataremos aqui especificamente sobre o primeiro tipo:
Orações
Subordinadas Substantivas
Exemplo 1:
- A menina quis um sorvete. (período simples)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = objeto direto;
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = objeto direto;
Temos duas posições na frase anterior
em que podemos usar um substantivo: o sujeito
(menina) e o objeto direto (sorvete). Nessas mesmas posições podem aparecer, em
um período composto, orações subordinadas substantivas.
Dependendo de onde elas apareçam e da
função que elas exerçam, poderemos classificar como Subjetiva (função de
sujeito) ou como Objetiva direta (função de objeto direto).
Sendo assim, notamos que:
- A menina quis que eu comprasse sorvete. (período composto)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Que eu comprasse sorvete = Oração subordinada substantiva Objetiva direta
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Que eu comprasse sorvete = Oração subordinada substantiva Objetiva direta
E ainda em:
- Quem me acompanhava quis um sorvete. (período composto)
Quem me acompanhava = oração subordinada subjetiva;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = Objeto direto;
Quem me acompanhava = oração subordinada subjetiva;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = Objeto direto;
Além das posições de sujeito e objeto direto, as orações subordinadas
substantivas podem exercer a função de um predicativo, de um objeto indireto, de
um aposto e
de um complemento nominal.
Portanto podemos ter oração subordinada
substantiva de 6 tipos:
1. Subjetiva: ocupa a função de sujeito.
Exemplos:
- É necessário que você compareça à reunião.
VL + predicat. O. S. S. Subjetiva
VL + predicat. O. S. S. Subjetiva
- Consta que esses homens foram presos
anteriormente.
VI + O. S. S. Subjetiva
VI + O. S. S. Subjetiva
- Foi confirmado que o exame deu positivo.
Voz passiva O. S. S. Subjetiva
Voz passiva O. S. S. Subjetiva
2. Predicativa: ocupa a função do predicativo do sujeito.
Exemplos:
- A dúvida é se você virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
- A verdade é que você não virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
3. Objetiva Direta: ocupa a função do objeto direto. Completa o
sentido de um Verbo Transitivo Direto.
Exemplos:
- Nós queremos que você fique.
Suj. + VTD + O. S. S. Obj. Direta
Suj. + VTD + O. S. S. Obj. Direta
- Os alunos pediram que a prova fosse adiada.
Sujeito + VTD + O. S. S. Objetiva Direta
Sujeito + VTD + O. S. S. Objetiva Direta
4. Objetiva Indireta: ocupa a função do objeto indireto.
Exemplos:
- As crianças gostam (de) que esteja tudo tranqüilo.
Sujeito + VTI + O. S. S. Objetiva Indireta
Sujeito + VTI + O. S. S. Objetiva Indireta
- A mulher precisa de que alguém a ajude.
Sujeito + VTI + O. S. S. Obj. Indireta
Sujeito + VTI + O. S. S. Obj. Indireta
5. Completiva Nominal: ocupa a função de um complemento nominal.
Exemplos:
- Tenho vontade de que aconteça algo
inesperado.
Suj. + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Completiva Nominal
Suj. + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Completiva Nominal
- Toda criança tem necessidade de que alguém a ame.
Sujeito + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Comp. Nom.
Sujeito + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Comp. Nom.
6. Apositiva: ocupa a função de um aposto.
Exemplos:
- Toda a família tem a mesma
expectativa: que
eu passe no vestibular.
Sujeito + VTD + Objeto Direto + O. S. S. Apositiva
Sujeito + VTD + Objeto Direto + O. S. S. Apositiva
REVISÃO DOS CONTEÚDOS PARA AVALIAÇÃO - 8º ANO
Frase
Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada
por uma só palavra ou por várias, podendo ter verbos ou não. A frase exprime, através da fala ou da escrita
De acordo com a construção,
as frases classificam-se em:
Frase Nominal: é a
frase construída sem verbos.
Exemplos:
Fogo!
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Frase Verbal: é a
frase construída com verbo.
Por Exemplo:
O sol ilumina a cidade e aquece os dias.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
De acordo com a construção,
as frases classificam-se em:
Frase Nominal: é a
frase construída sem verbos.
Exemplos:
Fogo!
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Frase Verbal: é a
frase construída com verbo.
Por Exemplo:
O sol ilumina a cidade e aquece os dias.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Oração
Uma frase verbal pode ser também uma oração. Para isso é
necessário:
- que o
enunciado tenha sentido completo;
- que o
enunciado tenha verbo (ou locução verbal).
Período
Período é a frase
constituída de uma ou mais orações, formando um todo, com sentido completo. O
período pode ser simples ou composto.
Período Simples: é aquele constituído por apenas uma oração, que recebe
o nome de oração
absoluta.
Exemplos:
O amor é eterno.
As plantas necessitam de cuidados especiais.
Quero aquelas rosas.
O tempo é o melhor remédio.
As plantas necessitam de cuidados especiais.
Quero aquelas rosas.
O tempo é o melhor remédio.
Período Composto: é aquele constituído por duas ou mais orações.
Exemplos:
Quando
você partiu minha vida ficou sem alegrias.
Quero aquelas flores para presentear minha mãe.
Vou gritar para todos ouvirem que estou sabendo o que acontece ao anoitecer.
Cheguei, jantei e fui dormir.
Quero aquelas flores para presentear minha mãe.
Vou gritar para todos ouvirem que estou sabendo o que acontece ao anoitecer.
Cheguei, jantei e fui dormir.
A função sintática que
denominamos sujeito, é um termo essencial da frase e
pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente,
experienciador, paciente, etc.
O sujeito tem a característica de
concordar com o verbo, salvo raríssimas exceções.
Vejamos agora quais os tipos de sujeito
existentes e como eles são caracterizados para que possamos identificá-los.
Sujeito
Simples: possui apenas um núcleo e este vem
exposto.
Exemplos:
- Deus é
perfeito!
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.
Sujeito
Composto: possui dois ou mais núcleos que
também vêm expressos na oração.
Exemplos:
- As
vacas brancas e os touros pretos pastavam.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.
Sujeito
elíptico, subentendido ou desinencial:
é determinado pela desinência verbal e
não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.
Antigamente era chamado de sujeito
oculto.
Exemplos:
- Estamos sempre alertas para com os
aumentos abusivos de preços. (sujeito: nós)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)
Sujeito Indeterminado: Este tipo de sujeito não
aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso,
sabe-se que existe um agente ou experienciador da ação verbal.
Exemplos:
1- verbo na 3ª pessoa do plural
- Dizem que a família está falindo.
(alguém diz, mas não se sabe quem)
- Disseram que morreu do coração.
- Disseram que morreu do coração.
- Precisa-se de mão de obra
especializada. (não se pode determinar quem precisa)
Sujeito inexistente: também chamado de oração sem sujeito,
é designado por verbos que não correspondem a uma ação, como fenômenos da
natureza, entre outros.
Exemplos:
1- Verbos indicando Fenômeno da Natureza
- Choveu na Argentina e fez sol no
Brasil.
2- verbo haver no sentido de existir ou
ocorrer
- Houve um grave acidente na avenida
principal.
- Há pessoas que não valorizam a vida.
- Há pessoas que não valorizam a vida.
3- verbo fazer indicando tempo ou clima
- Faz meses que não a vejo.
- Faz sempre frio nessa região do estado.
- Faz sempre frio nessa região do estado.
PREDICADO VERBAL
O predicado verbal constitui-se de um
verbo ou locução verbal que
expressa a idéia de ação. Este verbo pode ser transitivo ou intransitivo.
O núcleo do predicado verbal é o verbo
(que é chamado de significativo) pois traz em si a idéia de ação.
Ex. Aquele menino brincava com uma
pipa.
Sujeito=aquele menino
Núcleo do Suj.=menino
Predicado=brincava com uma pipa
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Núcleo do Suj.=menino
Predicado=brincava com uma pipa
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Mais exemplos:
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
PREDICADO NOMINAL
É formado por um verbo de ligação e um predicativo do
sujeito.O pred. nominal nos informa algo a respeito do
sujeito.Indica um estado ou uma qualidade do sujeito.
O núcleo do pred. nominal é o
predicativo do sujeito.
Ex. A prova era difícil.
Sujeito = a prova
Núcleo de sujeito = prova
Predicado = era difícil
Tipo de Predicado = nominal (verbo de ligação + predicativo do sujeito)
Verbo de ligação = era
Predicativo do sujeito = difícil
Núcleo do predicado nominal = difícil.
Núcleo de sujeito = prova
Predicado = era difícil
Tipo de Predicado = nominal (verbo de ligação + predicativo do sujeito)
Verbo de ligação = era
Predicativo do sujeito = difícil
Núcleo do predicado nominal = difícil.
Mais exemplos:
A criança ficou ferida.
Aquela mulher parece uma criança.
Aquela mulher parece uma criança.
PREDICADO VERBO-NOMINAL
É formado por um verbo significativo
(ação) mais o predicativo do sujeito.
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
OBS: como aqui o verbo é de ação, logo
o PVN não possui verbo de ligação.
Ex.: A criança brincava distraída.
Sujeito = a criança
Núcleo do sujeito = criança
Predicado = brincava distraída.
Núcleo do sujeito = criança
Predicado = brincava distraída.
Tipo de predicado = verbo-nominal
(ação+estado)
Núcleo do predicado = brincava/distraída
Núcleo do predicado = brincava/distraída
Mais ex.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
COESÃO TEXTUAL
} Um texto não é uma simples
soma de frases aleatórias, distribuídas por parágrafos.
} A coesão é fundamental para
que o tecido verbal se assuma como texto.
} É necessário que as suas
diferentes partes estejam interligadas e articuladas, através de mecanismos
linguísticos.
Anáfora : Expressão linguística que remete para outra
anteriormente apresentada, designando-se esta por antecedente.
Sophia de Mello Breyner Andresen é
uma poetisa fantástica. Os seus poemas cantam o mar, a floresta, a
liberdade, o amor…
Catáfora : Expressão linguística que remete para outra
posteriormente apresentada no contexto verbal, originando uma certa expectativa.
Como eu gosto dela!... Da poesia
da Sophia.
Elipse: Omissão de uma expressão que facilmente se
subentende no contexto, evitando, assim, repetições indesejáveis.
Miguel Torga é um dos autores representativos
da literatura portuguesa do séc. XX. [ ] Nasceu em S. Martinho da Anta.
Correferência não
anafórica: As expressões linguísticas são autónomas; só
no contexto é que remetem para o mesmo referente.
Miguel Torga é um homem fantástico. O
poeta nasceu em S. Martinho de Anta.
“Miguel Torga” e “O poeta” remetem para a mesma
personagem. É o conhecimento do mundo que, aqui, está em causa.
Assinar:
Comentários (Atom)
