quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Campanha da Fraternidade 2015
A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (18) a Campanha da Fraternidade 2015. O tema escolhido este ano é Fraternidade: Igreja e Sociedade e o lema "Eu vim para servir". A ideia é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade como serviço ao povo brasileiro.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
REVISÃO DOS CONTEÚDOS PARA AVALIAÇÃO - 9º ANO
Discurso é a prática humana de construir textos, sejam eles escritos ou orais.
Sendo assim, todo discurso é uma prática social. A análise de um discurso deve, portanto, considerar o contexto em que se encontra, assim como as
personagens e as condições de produção do texto.
Em um texto narrativo, o autor pode optar por três tipos
de discurso: o discurso direto, o discurso indireto e o discurso indireto
livre. Não necessariamente estes três discursos estão separados, eles podem
aparecer juntos em um texto. Dependerá de quem o produziu.
Vejamos cada um deles:
Discurso
Direto: Neste tipo de discurso as personagens ganham voz.
É o que ocorre normalmente em diálogos. Isso permite que traços da fala e da
personalidade das personagens sejam destacados e expostos no texto. O discurso
direto reproduz fielmente as falas das personagens. Verbos como dizer, falar,
perguntar, entre outros, servem para que as falas das personagens sejam
introduzidas e elas ganhem vida, como em uma peça teatral.
Travessões, dois pontos, aspas e
exclamações são muito comuns durante a reprodução das falas.
Ex.
“O
Guaxinim está inquieto, mexe dum lado pra outro. Eis que suspira lá na língua dele - Chente! que vida dura esta de
guaxinim do banhado!...”
“-
Mano Poeta, se enganche na minha garupa!”
Discurso
Indireto: O narrador conta a história e
reproduz fala, e reações das personagens. É escrito normalmente em terceira
pessoa. Nesse caso, o narrador se utiliza de palavras suas para reproduzir
aquilo que foi dito pela personagem.
Ex.
“Fora
preso pela manhã, logo ao erguer-se da cama, e, pelo cálculo aproximado do tempo, pois estava sem relógio e mesmo se o
tivesse não poderia consultá-la à fraca luz da masmorra, imaginava podiam ser
onze horas.” (Lima Barreto)
Discurso
Indireto Livre: O texto é escrito em terceira pessoa
e o narrador conta a história, mas as personagens têm voz própria, de acordo
com a necessidade do autor de fazê-lo. Sendo assim é uma mistura dos outros
dois tipos de discurso e as duas vozes se fundem.
Ex.
“Que
vontade de voar lhe veio agora! Correu outra vez com a respiração presa. Já nem
podia mais. Estava desanimado. Que pena! Houve um momento em que esteve
quase... quase!”
“Retirou
as asas e estraçalhou-a. Só tinham beleza. Entretanto, qualquer urubu... que
raiva...” (Ana Maria Machado)
“D.
Aurora sacudiu a cabeça e afastou o juízo temerário. Para que estar catando
defeitos no próximo? Eram todos irmãos. Irmãos.” (Graciliano Ramos)
Um período pode ser
composto por coordenação ou por subordinação. Quando é
composto por coordenação, as orações possuem uma independência estrutural,
podendo vir separadamente sem prejuízo. Já no período composto por
subordinação, as orações são dependentes entre si por meio de suas estruturas.
Há três tipos de orações subordinadas: As substantivas, as adjetivas e as adverbiais. Trataremos aqui especificamente sobre o primeiro tipo:
Orações
Subordinadas Substantivas
Exemplo 1:
- A menina quis um sorvete. (período simples)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = objeto direto;
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = objeto direto;
Temos duas posições na frase anterior
em que podemos usar um substantivo: o sujeito
(menina) e o objeto direto (sorvete). Nessas mesmas posições podem aparecer, em
um período composto, orações subordinadas substantivas.
Dependendo de onde elas apareçam e da
função que elas exerçam, poderemos classificar como Subjetiva (função de
sujeito) ou como Objetiva direta (função de objeto direto).
Sendo assim, notamos que:
- A menina quis que eu comprasse sorvete. (período composto)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Que eu comprasse sorvete = Oração subordinada substantiva Objetiva direta
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Que eu comprasse sorvete = Oração subordinada substantiva Objetiva direta
E ainda em:
- Quem me acompanhava quis um sorvete. (período composto)
Quem me acompanhava = oração subordinada subjetiva;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = Objeto direto;
Quem me acompanhava = oração subordinada subjetiva;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = Objeto direto;
Além das posições de sujeito e objeto direto, as orações subordinadas
substantivas podem exercer a função de um predicativo, de um objeto indireto, de
um aposto e
de um complemento nominal.
Portanto podemos ter oração subordinada
substantiva de 6 tipos:
1. Subjetiva: ocupa a função de sujeito.
Exemplos:
- É necessário que você compareça à reunião.
VL + predicat. O. S. S. Subjetiva
VL + predicat. O. S. S. Subjetiva
- Consta que esses homens foram presos
anteriormente.
VI + O. S. S. Subjetiva
VI + O. S. S. Subjetiva
- Foi confirmado que o exame deu positivo.
Voz passiva O. S. S. Subjetiva
Voz passiva O. S. S. Subjetiva
2. Predicativa: ocupa a função do predicativo do sujeito.
Exemplos:
- A dúvida é se você virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
- A verdade é que você não virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
3. Objetiva Direta: ocupa a função do objeto direto. Completa o
sentido de um Verbo Transitivo Direto.
Exemplos:
- Nós queremos que você fique.
Suj. + VTD + O. S. S. Obj. Direta
Suj. + VTD + O. S. S. Obj. Direta
- Os alunos pediram que a prova fosse adiada.
Sujeito + VTD + O. S. S. Objetiva Direta
Sujeito + VTD + O. S. S. Objetiva Direta
4. Objetiva Indireta: ocupa a função do objeto indireto.
Exemplos:
- As crianças gostam (de) que esteja tudo tranqüilo.
Sujeito + VTI + O. S. S. Objetiva Indireta
Sujeito + VTI + O. S. S. Objetiva Indireta
- A mulher precisa de que alguém a ajude.
Sujeito + VTI + O. S. S. Obj. Indireta
Sujeito + VTI + O. S. S. Obj. Indireta
5. Completiva Nominal: ocupa a função de um complemento nominal.
Exemplos:
- Tenho vontade de que aconteça algo
inesperado.
Suj. + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Completiva Nominal
Suj. + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Completiva Nominal
- Toda criança tem necessidade de que alguém a ame.
Sujeito + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Comp. Nom.
Sujeito + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Comp. Nom.
6. Apositiva: ocupa a função de um aposto.
Exemplos:
- Toda a família tem a mesma
expectativa: que
eu passe no vestibular.
Sujeito + VTD + Objeto Direto + O. S. S. Apositiva
Sujeito + VTD + Objeto Direto + O. S. S. Apositiva
REVISÃO DOS CONTEÚDOS PARA AVALIAÇÃO - 8º ANO
Frase
Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada
por uma só palavra ou por várias, podendo ter verbos ou não. A frase exprime, através da fala ou da escrita
De acordo com a construção,
as frases classificam-se em:
Frase Nominal: é a
frase construída sem verbos.
Exemplos:
Fogo!
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Frase Verbal: é a
frase construída com verbo.
Por Exemplo:
O sol ilumina a cidade e aquece os dias.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
De acordo com a construção,
as frases classificam-se em:
Frase Nominal: é a
frase construída sem verbos.
Exemplos:
Fogo!
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Cuidado!
Belo serviço o seu!
Trabalho digno desse feirante.
Frase Verbal: é a
frase construída com verbo.
Por Exemplo:
O sol ilumina a cidade e aquece os dias.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Os casais saíram para jantar.
A bola rolou escada abaixo.
Oração
Uma frase verbal pode ser também uma oração. Para isso é
necessário:
- que o
enunciado tenha sentido completo;
- que o
enunciado tenha verbo (ou locução verbal).
Período
Período é a frase
constituída de uma ou mais orações, formando um todo, com sentido completo. O
período pode ser simples ou composto.
Período Simples: é aquele constituído por apenas uma oração, que recebe
o nome de oração
absoluta.
Exemplos:
O amor é eterno.
As plantas necessitam de cuidados especiais.
Quero aquelas rosas.
O tempo é o melhor remédio.
As plantas necessitam de cuidados especiais.
Quero aquelas rosas.
O tempo é o melhor remédio.
Período Composto: é aquele constituído por duas ou mais orações.
Exemplos:
Quando
você partiu minha vida ficou sem alegrias.
Quero aquelas flores para presentear minha mãe.
Vou gritar para todos ouvirem que estou sabendo o que acontece ao anoitecer.
Cheguei, jantei e fui dormir.
Quero aquelas flores para presentear minha mãe.
Vou gritar para todos ouvirem que estou sabendo o que acontece ao anoitecer.
Cheguei, jantei e fui dormir.
A função sintática que
denominamos sujeito, é um termo essencial da frase e
pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente,
experienciador, paciente, etc.
O sujeito tem a característica de
concordar com o verbo, salvo raríssimas exceções.
Vejamos agora quais os tipos de sujeito
existentes e como eles são caracterizados para que possamos identificá-los.
Sujeito
Simples: possui apenas um núcleo e este vem
exposto.
Exemplos:
- Deus é
perfeito!
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.
Sujeito
Composto: possui dois ou mais núcleos que
também vêm expressos na oração.
Exemplos:
- As
vacas brancas e os touros pretos pastavam.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.
Sujeito
elíptico, subentendido ou desinencial:
é determinado pela desinência verbal e
não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.
Antigamente era chamado de sujeito
oculto.
Exemplos:
- Estamos sempre alertas para com os
aumentos abusivos de preços. (sujeito: nós)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)
Sujeito Indeterminado: Este tipo de sujeito não
aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso,
sabe-se que existe um agente ou experienciador da ação verbal.
Exemplos:
1- verbo na 3ª pessoa do plural
- Dizem que a família está falindo.
(alguém diz, mas não se sabe quem)
- Disseram que morreu do coração.
- Disseram que morreu do coração.
- Precisa-se de mão de obra
especializada. (não se pode determinar quem precisa)
Sujeito inexistente: também chamado de oração sem sujeito,
é designado por verbos que não correspondem a uma ação, como fenômenos da
natureza, entre outros.
Exemplos:
1- Verbos indicando Fenômeno da Natureza
- Choveu na Argentina e fez sol no
Brasil.
2- verbo haver no sentido de existir ou
ocorrer
- Houve um grave acidente na avenida
principal.
- Há pessoas que não valorizam a vida.
- Há pessoas que não valorizam a vida.
3- verbo fazer indicando tempo ou clima
- Faz meses que não a vejo.
- Faz sempre frio nessa região do estado.
- Faz sempre frio nessa região do estado.
PREDICADO VERBAL
O predicado verbal constitui-se de um
verbo ou locução verbal que
expressa a idéia de ação. Este verbo pode ser transitivo ou intransitivo.
O núcleo do predicado verbal é o verbo
(que é chamado de significativo) pois traz em si a idéia de ação.
Ex. Aquele menino brincava com uma
pipa.
Sujeito=aquele menino
Núcleo do Suj.=menino
Predicado=brincava com uma pipa
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Núcleo do Suj.=menino
Predicado=brincava com uma pipa
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Mais exemplos:
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
PREDICADO NOMINAL
É formado por um verbo de ligação e um predicativo do
sujeito.O pred. nominal nos informa algo a respeito do
sujeito.Indica um estado ou uma qualidade do sujeito.
O núcleo do pred. nominal é o
predicativo do sujeito.
Ex. A prova era difícil.
Sujeito = a prova
Núcleo de sujeito = prova
Predicado = era difícil
Tipo de Predicado = nominal (verbo de ligação + predicativo do sujeito)
Verbo de ligação = era
Predicativo do sujeito = difícil
Núcleo do predicado nominal = difícil.
Núcleo de sujeito = prova
Predicado = era difícil
Tipo de Predicado = nominal (verbo de ligação + predicativo do sujeito)
Verbo de ligação = era
Predicativo do sujeito = difícil
Núcleo do predicado nominal = difícil.
Mais exemplos:
A criança ficou ferida.
Aquela mulher parece uma criança.
Aquela mulher parece uma criança.
PREDICADO VERBO-NOMINAL
É formado por um verbo significativo
(ação) mais o predicativo do sujeito.
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
OBS: como aqui o verbo é de ação, logo
o PVN não possui verbo de ligação.
Ex.: A criança brincava distraída.
Sujeito = a criança
Núcleo do sujeito = criança
Predicado = brincava distraída.
Núcleo do sujeito = criança
Predicado = brincava distraída.
Tipo de predicado = verbo-nominal
(ação+estado)
Núcleo do predicado = brincava/distraída
Núcleo do predicado = brincava/distraída
Mais ex.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
COESÃO TEXTUAL
} Um texto não é uma simples
soma de frases aleatórias, distribuídas por parágrafos.
} A coesão é fundamental para
que o tecido verbal se assuma como texto.
} É necessário que as suas
diferentes partes estejam interligadas e articuladas, através de mecanismos
linguísticos.
Anáfora : Expressão linguística que remete para outra
anteriormente apresentada, designando-se esta por antecedente.
Sophia de Mello Breyner Andresen é
uma poetisa fantástica. Os seus poemas cantam o mar, a floresta, a
liberdade, o amor…
Catáfora : Expressão linguística que remete para outra
posteriormente apresentada no contexto verbal, originando uma certa expectativa.
Como eu gosto dela!... Da poesia
da Sophia.
Elipse: Omissão de uma expressão que facilmente se
subentende no contexto, evitando, assim, repetições indesejáveis.
Miguel Torga é um dos autores representativos
da literatura portuguesa do séc. XX. [ ] Nasceu em S. Martinho da Anta.
Correferência não
anafórica: As expressões linguísticas são autónomas; só
no contexto é que remetem para o mesmo referente.
Miguel Torga é um homem fantástico. O
poeta nasceu em S. Martinho de Anta.
“Miguel Torga” e “O poeta” remetem para a mesma
personagem. É o conhecimento do mundo que, aqui, está em causa.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Artigo de opinião (9º ano)
Boa tarde!
Mais um semana se inicia e estaremos aqui novamente agradecendo a Deus pelas maravilhas que recebemos cotidianamente. Nesta semana (23 a 27/02/2015) estaremos estudando nas aulas de redação um novo conteúdo, ou seja, o gênero textual: artigo de opinião.
Faremos muitas produções deste gênero para exercitarmos nosso conhecimento. Lembrem-se, cada vez que escrevemos, vamos melhorando mais nosso vocabulário, articulando melhor nossas ideias e desenvolvendo nosso conhecimento.
Bons estudos!
Orações Subordinadas Substantivas (9º ano)
As orações subordinadas são àquelas que um oração depende completamente da outra para expressar sentido completo. As orações subordinadas substantivas que estudamos se dividem em: O.S.S.Subjetiva, O.S.S.Apositiva, O.S.S. Objetiva Direta, O.S.S. Objetiva Indireta, O.S.S. Predicativa e O.S.S. Completiva Nominal.
Fiquem atentos para não ficarem confusos!Bons estudos!!!
Marcação do discurso (9º ano)
Discurso é a prática humana de construir textos, sejam eles escritos ou orais. Sendo assim, todo discurso é uma prática social. A análise de um discurso deve, portanto, considerar o contexto em que se encontra, assim como as personagens e as condições de produção do texto.
Em um texto narrativo, o autor pode optar por três tipos de discurso: o discurso direto, o discurso indireto e o discurso indireto livre. Não necessariamente estes três discursos estão separados, eles podem aparecer juntos em um texto. Dependerá de quem o produziu.
Análise Sintática (9º ano)
A Sintaxe é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si. Ao emitir uma mensagem verbal, o emissor procura transmitir um significado completo e compreensível. Para isso, as palavras são relacionadas e combinadas entre si. A sintaxe é um instrumento essencial para o manuseio satisfatório das múltiplas possibilidades que existem para combinar palavras e orações.
Sintaxe: frase, oração e período (8º ano)
Não esqueçam de estudar satisfatoriamente para as avaliações, sei do potencial e da capacidade de cada um para chegarmos a um 10!
Bons estudos!
Construção do Parágrafo (8º ano)
Esteticamente, o parágrafo se caracteriza como um sutil recuo em relação à margem esquerda da folha, atribuído por um conjunto de períodos que representam uma ideia central em consonância com outras secundárias, resultando num efetivo entrelaçamento e formando um todo coeso. Quanto à extensão, é bom que se diga que não se trata de uma receita pronta e acabada, visto que a habilidade do emissor determinará o momento de realizar a transição entre um posicionamento e outro, permitindo que o discurso seja compreendido em sua totalidade.
Em se tratando de textos dissertativos, normalmente os parágrafos costumam ser assim distribuídos:
* Introdução – também denominada de tópico frasal, constitui-se pela apresentação da ideia principal, feita de maneira sintética e definida pelos objetivos aos quais o emissor se propõe.
* Desenvolvimento – fundamenta-se na ampliação do tópico frasal, atribuído pelas ideias secundárias, reconhecidas na exposição dos argumentos com vistas a reforçar e conferir credibilidade ora em discussão.
* Conclusão – caracteriza-se pela retomada da ideia central associando-a aos pressupostos mencionados no desenvolvimento, procurando arrematá-los de forma plausível. Pode, na maioria das vezes, constar-se de uma solução por parte do emissor no que se refere ao instaurar dos fatos.
O CONTO (8º ano)
Como narrativa escrita o conto surge na literatura Brasileira durante o início do Romantismo, mas os autores românticos não conseguiram se destacar através desse tipo de texto. O primeiro grande contista brasileiro, Machado de Assis, iria surgir no início do Realismo, e seu nome se tornaria consagrado pelo brilhantismo com que dominava as palavras.
- É uma narrativa linear e curta, tanto em extensão quanto no tempo em que se passa.
- A linguagem é simples e direta, não se utiliza de muitas figuras de linguagem ou de expressões com pluralidade de sentidos.
- Todas as ações se encaminham diretamente para o desfecho.
- Envolve poucas personagens, e as que existem se movimentam em torno de uma única ação.
- As ações se passam em um só espaço, constituem um só eixo temático e um só conflito.
- A habilidade com as palavras é muito importante, principalmente para se utilizar de alusões ou sugestões, frequentemente presentes nesse tipo de texto.
Conto from Edson Alves
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Coesão Textual
Pessoal, segue o slide utilizado na aula de Português.
Boas reflexões e bons estudos!
Boas reflexões e bons estudos!
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